Sugestões Culturais

MUSEUS / EXPOSIÇÕES / MONUMENTOS

Partilhamos aqui algumas das sugestões culturais que falamos na emissão.
MUSEUS / EXPOSIÇÕES / MONUMENTOS

SÍRIA, A REVOLUÇÃO DESCONHECIDA DAS MULHERES
Até 18 de junho, vários locais de Lisboa recebem a exposição “Síria, a Revolução Desconhecida das Mulheres”, uma mostra que procura dar visibilidade ao papel das mulheres sírias nos movimentos de resistência, transformação social e luta por direitos humanos.
Através de fotografias, documentos, vídeos e testemunhos, a exposição revela histórias frequentemente esquecidas no retrato mediático do conflito sírio, destacando o papel feminino na organização política, cultural e comunitária ao longo dos últimos anos.
Mais do que uma exposição sobre guerra, o projeto convida à reflexão sobre liberdade, igualdade, sobrevivência e resistência, mostrando como muitas mulheres continuaram a criar redes de apoio, educação e participação cívica mesmo em cenários de enorme instabilidade.
Uma oportunidade para conhecer uma perspetiva menos visível da realidade síria e aproximar-se de histórias humanas marcadas pela coragem e pela procura de mudança.
Pode visitar a exposição na Casa do Comum, na Casa Capitão e no centro cultural Good Company. 
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COLEÇÃO LEAL RIOS - UMA VIAGEM PELA ARTE PORTUGUESA
A Coleção Leal Rios está em destaque no Parque de Serralves até 28 de junho, numa exposição que reúne uma seleção de obras deste reconhecido acervo de arte portuguesa moderna e contemporânea.
A coleção, reunida ao longo de décadas pelo colecionador Leal Rios, reflete a vitalidade e diversidade da criação artística em Portugal desde meados do século XX até aos nossos dias. Este percurso privilegia obras emblemáticas de artistas que marcaram e continuam a influenciar o panorama artístico nacional, incluindo pintura, escultura, desenho e outras linguagens visuais.
A exposição coloca em diálogo diferentes gerações e estilos, convidando o público a explorar caminhos estéticos variados e a descobrir - ou redescobrir - peças que dialogam com momentos cruciais da história da arte portuguesa.
A apresentação da Coleção Leal Rios no contexto do Ciclo Serralves reforça o papel de Serralves como plataforma de referência para a promoção da arte contemporânea e da sua compreensão crítica, estabelecendo pontes entre a obra dos artistas e os visitantes de hoje.
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EXPOSIÇÃO “A ILHA PÚRPURA: NOTAS E PAISAGENS 

“Manuel João Vieira – A ilha púrpura: notas e paisagens” é uma das mais recentes exposições do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) e por lá ficará até ao dia 7 de setembro
A exposição reúne cerca de 50 obras de Manuel João Vieira: pintura, desenho e um núcleo de escultura. As obras foram criadas entre a década de 80 do século XX até à atualidade, com várias pinturas e desenhos feitos já este ano, e um conjunto de esculturas satíricas.
Manuel João Vieira é uma referência da cena cultural e artística portuguesa, e também já se candidatou à presidência da república. Fundador e vocalista dos “Ena Pá 2000” e dos “Irmãos Catita”, o artista estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo também uma vertente ligada às artes plásticas e pintura.
Se quiser comprar já o seu bilhete, basta carregar AQUI.

BARTOLOMEU CID : CRIAR EM LIBERDADE

A Casa das Histórias Paula Rego recebe, até 18 de outubro, a exposição “Bartolomeu Cid dos Santos: Criar em Liberdade”, dedicada a uma das figuras mais marcantes da gravura portuguesa do século XX.
Integrada nas comemorações de Cascais Capital Europeia da Democracia 2026, a mostra revisita o percurso artístico de Bartolomeu Cid dos Santos, destacando a forma como utilizou a arte como espaço de reflexão crítica sobre o poder, a repressão e a liberdade.
A exposição evidencia também a relação próxima entre Bartolomeu Cid dos Santos e Paula Rego, construída nos anos 50, em Londres, durante a passagem de ambos pela Slade School of Fine Art. Paula Rego descreveu o artista como “um professor extraordinário”, sublinhando a influência determinante que teve no seu percurso na gravura.
O percurso expositivo reúne obras de várias fases da carreira do artista, atravessando referências literárias, políticas e sociais, numa exposição que cruza arte, memória e intervenção cívica.
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JOAN MIRÓ - EXPOSIÇÃO NA CASA DE SERRALVES

A Casa de Serralves acolhe uma nova exposição, até janeiro de 2027, dedicada à Coleção Joan Miró - um conjunto de obras pertencente ao Estado Português e atualmente depositada na Fundação de Serralves. A mostra, com curadoria de Robert Lubar, especialista internacional na obra de Miró, estabelece um diálogo entre o artista catalão e outros criadores contemporâneos, explorando afinidades visuais e conceptuais entre diferentes gerações e geografias.
Organizada em torno de dez núcleos temáticos - como Paisagem, Memória, Matéria; Colagem e Vida Moderna; Signos e Cifras; e Expressionismo Reimaginado - a exposição propõe múltiplos pontos de entrada na obra de Joan Miró e nos seus desdobramentos estéticos. Obras de artistas como Helena Almeida, Rui Chafes, Paula Rego, Thomas Schütte, Maria Antónia Siza e outros, participam em diálogos plásticos com as peças de Miró. 
Esta apresentação reforça o papel de Serralves como espaço de encontro entre património, criação e pensamento contemporâneo, abrindo novas perspetivas sobre um dos maiores artistas do século XX.
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XERAZADE, A COLEÇÃO INTERMINÁVEL DO CAM
Sob a inspiração de Xerazade, a narradora lendária de “As Mil e Uma Noites”, o Centro de Arte Moderna Gulbenkian apresenta uma nova leitura da sua coleção, construída a partir do poder da narrativa, da memória e da imaginação.
Organizada em catorze núcleos, esta exposição propõe um percurso que cruza a ficção e a arte, evocando a capacidade transformadora das histórias e o papel da linguagem como forma de resistência e encantamento.
A mostra - a 65.ª coletiva desde a inauguração do CAM, em 1983 - compila várias obras de diferentes épocas e artistas, incluindo aquisições recentes e peças raramente expostas, revelando a natureza viva e em constante mutação da coleção.
Como um livro aberto, “Xerazade, a Coleção Interminável do CAM” será periodicamente atualizada, com novas obras e núcleos, refletindo o tempo incerto das histórias e o tempo complexo da História.
Vai estar exposta até setembro de 2027.
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WONDERSENSE: MUSEU IMERSIVO DOS CINCO SENTIDOS
O Porto volta a inovar no mapa cultural português com a abertura do Wondersense, um museu imersivo dedicado à estimulação dos cinco sentidos. Situado na zona histórica, junto à Livraria Lello e à Torre dos Clérigos, o espaço promete transformar arte e tecnologia numa experiência envolvente.
Distribuído por dois edifícios, cinco pisos e mais de mil metros quadrados, o museu propõe uma viagem sensorial que inclui instalações interativas, uma piscina de bolas, uma sala de balões e ambientes sonoros, visuais, táteis, olfativos e gustativos.
O Wondersense abre diariamente, das 10h às 19h e as visitas são organizadas em grupos pequenos (máximo 15 pessoas), em sessões a cada 15 minutos, com duração mínima de uma hora.
Mais do que entretenimento, o museu propõe uma pausa do universo digital, ativando emoções positivas — como serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas — com o objetivo de promover bem-estar emocional duradouro.
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MUSEU DAS ILUSÕES
O Museu das Ilusões chegou a Lisboa e promete proporcionar experiências imersivas, através de várias ilusões que estimulam a criatividade dos visitantes. Combina entretenimento e educação e transporta toda a gente para um universo onde nada é exatamente o que parece. 
O espaço conta com 600 metros quadrados e mais de 20 instalações, com exposições pensadas para desafiar as leis da gravidade. 
A experiência total dura cerca de 45 minutos e os bilhetes vão de 12€ a 14€, existindo packs especiais para grupos. 
Localizado na zona do Chiado, este é um museu para toda a família que pode ser visitado todos os dias, entre as 10h e as 20h. 
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