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Sugestões Culturais

MUSEUS / EXPOSIÇÕES / MONUMENTOS

Partilhamos aqui algumas das sugestões culturais que falamos na emissão.
MUSEUS / EXPOSIÇÕES / MONUMENTOS

CRÓNICAS DE UMA LISBOA DESCONHECIDA
A exposição “Crónicas de uma Lisboa Desconhecida” convida o público a descobrir uma cidade que raramente se mostra - feita de histórias escondidas, rostos esquecidos e lugares fora dos roteiros habituais.
A partir de quase uma centena de obras em reserva do Museu de Lisboa - algumas nunca antes expostas -, esta mostra propõe uma viagem visual e histórica por uma capital menos óbvia, revelando espaços, tempos e habitantes que ajudaram a moldar a identidade de Lisboa.
Do Terreiro do Paço, onde em 1794 um capitão italiano protagonizou uma proeza aeronáutica, ao Campo das Cebolas, junto de Amália Rodrigues, o percurso atravessa episódios marcantes: o primeiro bairro ilegal da cidade, a primeira Feira Popular, os dias conturbados da Primeira República, ou a luta de uma poetisa e ativista que, no século XIX, defendeu a emancipação das mulheres e o fim da escravatura.
Esta é uma exposição que cruza arte, história e memória, revelando as muitas camadas da cidade.
Vai estar exposta no Palácio Pimenta até dia 22 de março
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MOSTRA DE CAPAS DE DISCOS DE FRANK SINATRA 
A Casa Municipal da Cultura, em Coimbra, acolhe a partir de 6 de janeiro a mostra “A magia da voz: Frank Sinatra”, uma exposição dedicada às capas de discos de vinil de um dos mais emblemáticos artistas do século XX. 
Organizada com base no acervo discográfico da Biblioteca Municipal, a exposição reúne álbuns, singles e EP’s que marcaram gerações e mostram a carreira de Frank Sinatra (1915 - 1998) - cantor e ator cuja voz e a técnica interpretativa deixaram um legado no mundo da música e do entretenimento.
Entre as capas expostas estão clássicos mundialmente conhecidos como “My Way”, “New York, New York”, “Come Fly With Me”, “The Way You Look Tonight”, “All The Way”, “I’ve Got You Under My Skin” e “Strangers in the Night”. 
A mostra pode ser visitada de segunda a sábado, com entrada gratuita, oferecendo ao público uma oportunidade rara de revisitar o impacto cultural e estético de um ícone da música em formato vinil.
Esta exposição está em vigor até 27 de março
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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA “MEU NOME ANTÓNIO”
O Museu do Design e da Moda (MUDE) inaugurou a 4 de dezembro uma exposição de fotografia dedicada a António Variações.  
“Meu Nome António” inclui 85 fotografias de Teresa Couto, que é fotógrafa, agente e amiga de Variações. Nesta exposição é possível ver várias das sessões fotográficas que ela realizou com o artista entre 1981 e 1983 e onde é notória a forte personalidade, liberdade criativa, carisma e estética visual do cantor. Foi a partir destas sessões que nasceram algumas das fotografias mais icónicas dele — como a célebre imagem em que segura uma tesoura de barbeiro junto ao peito ou o retrato com um microfone e uma tesoura na mão. 
Além das fotografias, mais e menos conhecidas ou até inéditas, estarão também expostas peças de vestuário e acessórios usados pelo músico. 
Com curadoria da diretora do MUDE, Bárbara Coutinho, a exposição “Meu nome António”, feita em colaboração com a Terra Esplêndida, estará aberta ao público até ao dia 26 de abril.  
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EXPOSIÇÃO “AVENIDA 211” NO CCB
Entre 2006 e 2014, o n.º 211 da Avenida da Liberdade foi um lugar singular: um edifício no coração de Lisboa totalmente ocupado por artistas, curadores e músicos. A antiga propriedade do Banco Espírito Santo tornou-se num espaço de criação livre, autogerido e fora das lógicas institucionais e comerciais, acolhendo dezenas de projetos e experimentações artísticas.
É neste sentido que surge a exposição “Avenida 211”, no Centro Cultural de Belém - revisita essa experiência irrepetível, que marcou a cena artística lisboeta durante uma década atravessada por crises económicas, transformações políticas e o início da “financeirização das cidades”.
Organizada como um arquivo vivo, a mostra reúne obras, documentos e testemunhos dos artistas residentes, apresentando cinco percursos temáticos: Um espelho retrovisor, Um atelier só para si, Uma caixa de ressonância, Um farol e Do-It-Ourselves - que revelam a vitalidade e as redes de colaboração que nasceram naquele edifício.
Com curadoria de Nuria Enguita e Marta Mestre, a exposição conta com investigação de Giorgia Casara e Sara de Chiara, arquitetura de André Maranha e design de Sofia Gonçalves.
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XERAZADE, A COLEÇÃO INTERMINÁVEL DO CAM
Sob a inspiração de Xerazade, a narradora lendária de “As Mil e Uma Noites”, o Centro de Arte Moderna Gulbenkian apresenta uma nova leitura da sua coleção, construída a partir do poder da narrativa, da memória e da imaginação.
Organizada em catorze núcleos, esta exposição propõe um percurso que cruza a ficção e a arte, evocando a capacidade transformadora das histórias e o papel da linguagem como forma de resistência e encantamento.
A mostra - a 65.ª coletiva desde a inauguração do CAM, em 1983 - compila várias obras de diferentes épocas e artistas, incluindo aquisições recentes e peças raramente expostas, revelando a natureza viva e em constante mutação da coleção.
Como um livro aberto, “Xerazade, a Coleção Interminável do CAM” será periodicamente atualizada, com novas obras e núcleos, refletindo o tempo incerto das histórias e o tempo complexo da História.
Vai estar exposta até setembro de 2027.
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WONDERSENSE: MUSEU IMERSIVO DOS CINCO SENTIDOS
O Porto volta a inovar no mapa cultural português com a abertura do Wondersense, um museu imersivo dedicado à estimulação dos cinco sentidos. Situado na zona histórica, junto à Livraria Lello e à Torre dos Clérigos, o espaço promete transformar arte e tecnologia numa experiência envolvente.
Distribuído por dois edifícios, cinco pisos e mais de mil metros quadrados, o museu propõe uma viagem sensorial que inclui instalações interativas, uma piscina de bolas, uma sala de balões e ambientes sonoros, visuais, táteis, olfativos e gustativos.
O Wondersense abre diariamente, das 10h às 19h e as visitas são organizadas em grupos pequenos (máximo 15 pessoas), em sessões a cada 15 minutos, com duração mínima de uma hora.
Mais do que entretenimento, o museu propõe uma pausa do universo digital, ativando emoções positivas — como serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas — com o objetivo de promover bem-estar emocional duradouro.

MUSEU DAS ILUSÕES
O Museu das Ilusões chegou a Lisboa e promete proporcionar experiências imersivas, através de várias ilusões que estimulam a criatividade dos visitantes. Combina entretenimento e educação e transporta toda a gente para um universo onde nada é exatamente o que parece. 
O espaço conta com 600 metros quadrados e mais de 20 instalações, com exposições pensadas para desafiar as leis da gravidade. 
A experiência total dura cerca de 45 minutos e os bilhetes vão de 12€ a 14€, existindo packs especiais para grupos. 
Localizado na zona do Chiado, este é um museu para toda a família que pode ser visitado todos os dias, entre as 10h e as 20h. 
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