Sugestões Culturais

TEATRO / DANÇA

Partilhamos aqui algumas das sugestões culturais que falamos na emissão.
TEATRO / DANÇA

"AGORA É QUE SÃO ELAS"
Depois de uma primeira temporada com várias salas esgotadas em Portugal, Fábio Porchat está de volta aos palcos nacionais com “Agora é que são Elas”, uma comédia protagonizada pelas atrizes e comediantes Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco.
A peça é construída a partir de sketches sobre a sociedade, a política e os comportamentos do dia a dia, com muito humor e situações em que é fácil reconhecer alguém - ou reconhecer-nos a nós. 
Há ainda espaço para a interação com o público e para histórias pessoais das três atrizes, num espetáculo que aposta num ritmo rápido e muitas piadas.
A nova digressão passa por várias cidades portuguesas: depois de Lisboa, onde arranca esta semana, segue para Setúbal, Porto, Braga, Águeda, Estoril, Vale de Cambra e Funchal, com datas até 27 de setembro.
Esta é uma oportunidade para voltar a rir com “Agora é que são Elas” - desta vez, em várias salas de norte a sul do país.

“PURA LOUCURA” NO TEATRO MARIA MATOS 
“Pura Loucura” é um policial em forma de comédia que vai chegar ao Teatro Maria Matos, em Lisboa, no dia 9 de setembro, e por lá vai ficar até ao dia 25 de outubro
Esta peça já conta com 40 anos de sucesso e mais de 14,5 milhões de espectadores em todo o mundo. Tendo percorrido todos os continentes, a obra foi traduzida para 28 línguas e apresentada num total de 36 países. 
No palco vai poder contar com um salão de cabeleireiro, um assassinato, vários suspeitos e um desfecho decidido com a ajuda do público para a empolgante investigação, com muito suspense e gargalhadas até ao último momento.
Os bilhetes custam entre os 21 e os 23 euros e pode adquiri-los AQUI

INFORMAÇÕES ÚTEIS: 
Quinta a Sábado - às 21h 
Domingos - às 18h

“UMA CASA, COM CERTEZA” NO TEATRO DA TRINDADE
A partir do dia 10 de setembro e até ao dia 25 de outubro, o Teatro da Trindade, em Lisboa, vai ter em cena o espetáculo “Uma Casa, Com Certeza”.  
A peça conta a história de um casal que compra o apartamento que sempre sonhou, no centro de Lisboa, para construírem uma vida a dois. Á medida que testemunha a construção física deste lar – o desembalar de caixas, manuais de instruções e móveis – os pilares da relação começam a ceder.  Diferenças salariais, ressentimentos de classe e expectativas de género transformam o refúgio idealizado num fardo constante. No fundo, é uma peça que fala sobre o custo de “viver juntos” quando a intimidade é atravessada pela economia e pelo colapso da comunicação.   
Este foi o texto vencedor da 8.ª edição do Prémio Miguel Rovisco – Novos Textos Teatrais, um prémio que é atribuído anualmente e que foi criado como incentivo à escrita de textos originais em língua portuguesa, na área do teatro.  
Os bilhetes custam entre os 11 e os 15 euros e pode adquiri-los AQUI.

“MACBETH” NO TEATRO D. MARIA II
O Teatro Nacional D. Maria II reabre as suas portas e fá-lo de forma simbólica, com uma das mais icónicas tragédias de William Shakespeare. 
Entre 18 de setembro e 31 de outubro, a Sala Garrett recebe “Macbeth”, numa encenação de Pedro Penim que assinala um momento histórico para uma das mais importantes instituições culturais do país. 
A escolha da peça não é por acaso. Foi precisamente “Macbeth” que estava em cena na noite de 2 de dezembro de 1964, quando um incêndio destruiu grande parte do edifício do Teatro Nacional D. Maria II. Mais de seis décadas depois, a mesma obra regressa ao palco para marcar a reabertura do teatro após três anos de obras de requalificação, estabelecendo uma ligação entre memória, património e renovação.
Nesta nova leitura do clássico de Shakespeare, a ambição, o poder e os fantasmas que assombram as personagens cruzam-se com a própria história do teatro. O fogo que, na peça, simboliza a destruição provocada pela ambição encontra eco no incêndio que marcou a história do D. Maria II, numa encenação contemporânea que reflete sobre o passado, mas também sobre aquilo que está por vir. 
Entre assombração e renascimento, “Macbeth” transforma-se assim no espetáculo inaugural de uma nova etapa do Teatro Nacional D. Maria II. Mais do que uma peça de teatro, esta produção representa um regresso à casa de sempre e um momento marcante na vida cultural da cidade de Lisboa.
Saiba mais AQUI.

“O FILHO”
Depois do sucesso no Brasil, “O Filho”, de Florian Zeller, chega a Portugal em novembro, com apresentações no Theatro Circo, em Braga, no dia 25, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, a 26 de novembro, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, no dia 27 e, por fim, a 29, Centro de Arte de Ovar.
Dirigida por Léo Stefanini e com Maria Flor e Gabriel Braga Nunes no elenco, a peça acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que, depois da separação dos pais, decide deixar a casa da mãe para viver com o pai. A mudança, no entanto, não resolve as dificuldades que está a enfrentar.
A partir desta relação entre pais e filhos, Florian Zeller constrói uma história sobre adolescência, sofrimento psicológico e relações familiares, explorando também as dificuldades de quem tenta compreender e ajudar alguém que está a passar por uma fase particularmente difícil. 
“O Filho” integra a trilogia familiar do dramaturgo francês, que inclui ainda “O Pai” e “A Mãe”. A peça já foi apresentada em mais de 20 países e adaptada ao cinema e agora chega a Portugal, depois de uma temporada de sucesso no Brasil.

CLUBE DOS POETAS MORTOS
O Teatro da Trindade INATEL, em Lisboa, mantém em cena até 20 de dezembro, a peça “Clube dos Poetas Mortos”, de Tom Schulman, numa encenação de Hélder Gamboa.
Baseada no icónico filme de 1989, a história passa-se num colégio interno onde a chegada do professor de literatura John Keating transforma profundamente a vida dos seus alunos, ao incentivá-los a pensar de forma independente e a questionar as normas estabelecidas.
Com um elenco alargado e uma forte componente dramática, a peça explora temas como a liberdade, a amizade, o sonho e o conflito entre tradição e pensamento crítico, mantendo viva a célebre mensagem de “carpe diem”.
O espetáculo integra a programação regular do Teatro da Trindade, um dos espaços mais emblemáticos do Chiado, e tem vindo a registar grande adesão de público ao longo da temporada.
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Sugestões Culturais

O passatempo termina a 11 de junho de 2038 às 9:35

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