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Sugestões Culturais

TEATRO / DANÇA

Partilhamos aqui algumas das sugestões culturais que falamos na emissão.
TEATRO / DANÇA

ANNE FRANK - O MUSICAL 
O que sabe sobre Anne Frank? Conheça a força, a irreverência, a perseverança, o medo e o talento da jovem que escreveu o diário mais famoso do mundo. Um musical único e envolvente, repleto de emoções e valores, que no ambiente feroz da segunda grande guerra, consegue transpor a luz que pode surgir por entre as dores. Percorrendo todas as páginas do diário de Anne Frank, nasceu uma obra musical que leva o espectador a uma viagem pelo carácter, família e amigos desta jovem alemã, que amadureceu num anexo secreto e que poupou a vida a duas famílias entre 1942 e 1944. Vai ver Anne Frank como nunca foi mostrada. Com uma composição musical apaixonante, este é um hino à amizade, ao amor, à família e à esperança de cada dia. Uma abordagem singular sobre a jovem do diário que comove o mundo, num período tão negro da nossa história. Existiriam janelas abertas quando o mundo estava tão fechado? Será tão distante dos dias que hoje vivemos? Conheça, vibre e emocione-se com Anne Frank - O Musical 
24 maio, Europarque, Grande Auditório, Santa Maria da Feira, Aveiro, 21h30  

A MADRUGADA QUE EU ESPERAVA (teatro musical) 
A madrugada que eu esperava é um musical que conta com as cantoras Bárbara Tinoco e Carolina Deslandes e os atores Brienne Keller, Dinarte Branco, Diogo Branco, Jorge Mourato, José Lobo, JP Costa e Mariana Lencastre.  
A madrugada que eu esperava é uma história clássica de amor, que acontece em Lisboa no início dos anos 70. Olívia e Francisco conhecem-se e apaixonam-se num grupo de teatro amador que está a produzir uma versão musical de Romeu e Julieta. Olívia tem ideais políticos fortes que se refletem na sua oposição ativa à ditadura. Francisco é um rapaz introvertido, sonha ser ator de comédia e vai aos ensaios às escondidas, porque o pai não aprova as suas aspirações artísticas. 
Este espetáculo tem música ao vivo da autoria de Bárbara Tinoco e Carolina Deslandes. 
No Coliseu Porto Ageas dias 30 e 31 de maio às 21h

1001 NOITES – IRMÃ PALESTINA 
1001 Noites – Irmã Palestina é uma cocriação do Teatro O Bando, da Companhia Olga Roriz e da Banda Sinfónica Portuguesa. Sob direção artística conjunta de Olga Roriz e João Brites, estão em cena oito atores e bailarinos que representam inúmeros personagens, entre os quais Xariar, Xerazade e Doniazade, representada por Maria Dally, bailarina palestiniana. A estes junta-se ainda um conjunto de trinta músicos. O Teatro, a Dança e a Música unem-se numa incursão pela antologia das fascinantes histórias preservadas na ancestral tradição oral, que se tornou numa das mais importantes obras da literatura universal. Integrado nas celebrações do 50º aniversário do Teatro O Bando, este é o segundo espetáculo da tetralogia 1001 Noites, que durante quatro anos ganha vida pela mão de diferentes encenadoras e encenadores do Teatro O Bando. À semelhança da teia tecida por Xerazade, noite após noite, ano após ano, um novo espetáculo nasce a partir do final do espetáculo anterior. 
Datas:  
30 de maio a 2 de junho no São Luiz Teatro Municipal, Lisboa. 
De 7 a 16 de junho no Cine Teatro São João de Palmela, Setúbal. 
Dia 6 de julho no Festival de Teatro de Almada. 

SE ACREDITARES MUITO  
Alex e Rupert não são um casal convencional. Nunca se deviam ter conhecido e muito menos ter-se apaixonado. Mas graças a um capricho do destino, cruzam-se uma manhã no metro e tudo muda. E acabam por surgir todos os sinais de uma família pronta para crescer. Discutem nomes de bebés, cores de quartos de crianças e formas de poupar dinheiro. Mas quando Alex entra em trabalho de parto, o impensável acontece e o mundo dos dois implode. O que se segue é a história de como um casal encontra a força para seguir em frente, a vontade para permanecer unido e a determinação de manter viva a memória do seu filho. Se acreditares muito leva-nos às profundezas da dor para encontrarmos esperança, e ao limite da insanidade para encontrarmos razão. Contudo, também nos traz momentos de humor, nas situações mais inesperadas. 
Com Diogo Martins e Sara Barradas  
De 16 maio a 30 junho, Teatro da Trindade Inatel, Lisboa 

FIMFA 
O FIMFA, é o Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas realiza a sua 24.ª edição em 2024. O Teatro São Luiz é, como habitualmente, um dos seus palcos principais, proporcionando a oportunidade de mergulhar na diversidade das práticas contemporâneas da marioneta e na sua relação com as outras artes. Desde a sua criação que o FIMFA convida todo o público a descobrir artistas reputados e jovens revelações que agitam, baralham e reinventam o panorama atual da marioneta através de espetáculos experimentais e surpreendentes, de elevado nível técnico e artístico. Num contexto de turbulência mundial, esta edição foi pensada como um espaço de partilha e de discussão. Contrariar a realidade, romper com o que é comum, procurar novos caminhos, pensar e experimentar formas diferentes de viver, ser e fazer. A marioneta para ver e pensar o mundo com outro olhar. No FIMFA, o foco está nos objetos, na marioneta, nas formas, na matéria, na imagem. Criações que estimulam os sentidos e manipulam a imaginação, na beleza das grandes e pequenas coisas, mas onde também há tempo para debates, masterclasses e encontros com os criadores. 
Programa:
21 e 22 maio - Teatro São Luiz, Lisboa 
WAR MAKER - Husam Abed – Dada Puppet Theatre  
23 a 25 mai - Teatro São Luiz, Lisboa o 
LA (NOUVELLE) RONDE - Johanny Bert – Théâtre de Romette  
24 a 26 maio- Teatro São Luiz, Lisboa  
GOUPIL & KOSMAO - Étienne Saglio – Cie Monstre(s) 
31 maio a 2 junho - Teatro São Luiz, Lisboa 
FÁBULAS ANTROPOFÁGICAS PARA DIAS FASCISTAS - Pigmalião Escultura Que Mexe  

NOITE DE REIS
Noite de Reis é uma das comédias mais populares de Shakespeare. Um retrato simples e cómico e por vezes profundo e existencial, personificado pelas trocas de identidade, disputas amorosas, constantes folias e partidas. Noite de Reis é uma comédia sobre o amor. No reino de Ilíria, o duque Orsino está apaixonado por Olívia, que não o ama. Uma jovem mulher, Violeta, chega a Ilíria levada pelo mar após um naufrágio. Ela tem um irmão gémeo, Sebastião, o qual ela acredita que morreu afogado no naufrágio. Violeta disfarça-se de homem, muda o seu nome para Cesário e encontra trabalho como mensageiro de Orsino. O trabalho de Violeta é mandar mensagens de amor de Orsino para Olívia. Olívia, apaixona-se por Cesário (Violeta), achando que ela é um homem. Violeta apaixona-se por Orsino, mas não pode revelar seu amor por ele, pois Orsino acha que ela é Cesário, um homem. Cria-se, assim, uma tempestade amorosa. 
De 2 maio a 31 julho, 21h
(4a a sábado), 16h30 (domingo) Teatro da Trindade Inatel, em Lisboa. 
De William Shakespeare : dramaturgia e encenação Ricardo Neves-Neves . Com António Ignês, Cristóvão Campos, Dennis Correia, Filipe Vargas, João Tempera, Joaquim Nicolau, José Leite, Manuel Marques, Marco Delgado, Rafael Gomes, Ruben Madureira, Rui Melo e Tomás Alves. 

TEATRO CASA PORTUGUESA 
"CASA PORTUGUESA" conta a história (ficcional) de um ex-soldado da Guerra Colonial que, dialogando com os seus fantasmas, se vê confrontado com a decadência e a transformação dos ideais de casa, de família, de país e do cânone da figura paterna. Um retrato do que foi, do que é e do que poderá ser (ou não ser) a célula familiar patriarcal por excelência, a casa, tendo como pano de fundo os acontecimentos recentes da nossa democracia e revisitando a mais dolorosa das feridas abertas da nossa história. Um espetáculo que cruza o fado com o diário de guerra e o ensaio filosófico para compor um retrato do que foi, do que é e do que poderá ser (ou não ser) a célula familiar patriarcal por excelência, a casa, tendo como pano de fundo os acontecimentos recentes da nossa democracia e revisitando a mais dolorosa das feridas abertas da nossa história. 
Texto e encenação Pedro Penim Interpretação Carla Maciel, João Lagarto, Sandro Feliciano e Fado Bicha (Lila Tiago e João Caçador)  
TEATRO MARIA MATOS em Lisboa | 9 MAIO A 7 JULHO: Quintas a Sábados às 21h e Domingos às 17h 
Bilhetes: 18€ – 20€ - Duração: 110 Minutos aprox. - M/14 

ESPETÁCULO SOLIDÁRIO BELIEVE IN THE PURPOSE 
A Believe Dance School é a escola artística da Professora Chris Faria com 7 anos de existência e fica situada em Vila Nova de Gaia, Arcozelo. Este ano decidiu sensibilizar os seus alunos, professores e pais para o verdadeiro sentido da palavra solidariedade e para a capacidade que todos têm em ajudar o outro. Esta ajuda tem um nome: Instituto Português de Oncologia do Porto. A Believe Dance School criou a campanha "Believe In The Purpose" e de contrato assinado com o IPO vai realizar no dia 2 de Junho, 3 galas solidárias cuja bilheteira reverterá na totalidade para o IPO.  
Todos os espetáculos apresentados foram já sucessos de bilheteira da escola. 
Os bilhetes têm o valor de 5€ e as galas serão no Auditório do Olival em Vila nova de Gaia, Porto, nos seguintes horários: 
Dia 2 de junho - 10h30 - Peter Pan / 16h00 - Mamma Mia / 21h00 - Moulin Rouge. Para aquisição de bilhetes deverão entrar em contacto com a Believe Dance School através das redes sociais da escola.  

CARMEN | BALLET ESPAÑOL DE MURCIA 
Em 1830, Carmen, uma bela e temperamental cigana, vive uma paixão arrebatadora com o ingénuo D. José, cabo do exército. A sua relação é tão intensa que D. José deserta e junta-se ao grupo de contrabandistas do qual Carmen faz parte. Mas, quando ela se encanta por Escamillo, um bravo toureiro, D. José enlouquece e jura matá-la.  
CARMEN, uma história de paixão e tragédia pelo Ballet Español de Murcia, companhia fundada por Carmen e Matilde Rubio, em 1985. Com uma identidade muito própria, o Ballet Español de Murcia tem por objectivo “dançar” histórias apaixonantes, em coreografias que homenageiam os diferentes estilos de dança espanhola, com destaque ao flamenco. Em 33 anos de vida, o Ballet Español de Murcia já se apresentou por todo o mundo e ganhou importantes prémios, que o confirmam como verdadeiro embaixador da cultura espanhola. 
07 a 09 Junho 2024 no
Tivoli BBVA em Lisboa.  
21h00 (07 e 08 Junho) e 16h00 (08 e 09 Junho) M/6 

REQUIEM "A ÚNICA CENSURA QUE DEVIA EXISTIR É CENSURAR A CENSURA " (DANÇA)  

A companhia Dança em Diálogos, com a sua nova criação celebra, deste modo, o cinquentenário do 25 de abril, através de uma reflexão pela dança e convocando, entre outras, a obra musical de Fernando Lopes-Graça dedicada às vítimas do fascismo e da censura, numa homenagem que convoca a memória e a simbologia de um acontecimento e de uma transformação que se deseja insubstituível.  Partindo da obra Requiem de Lopes-Graça e de textos inéditos de Cláudia Lucas Chéu, Ondjaki e Elmano Sancho, são perspetivados corpos, movimentos, imagens e recortes narrativos que refletem memórias cruzadas no tempo e nas vivências de um pretérito que encontra ecos no presente e no futuro. Defender a Liberdade é também contar histórias que atravessam as fronteiras entre o real e a ficção e onde a Dança e o vídeo se posicionam como veículos de total expressão livre. 
Datas: 
 
- 7 de junho: 21h30 - Cineteatro S. Pedro - Alcanena 
- 15 de junho: (TAGV Coimbra) 
- 21 de julho: Festival Cistermúsica (Alcobaça) 
- 21 de setembro: 21h30 - Teatro Municipal de Bragança_Bragança
- 5 de outubro: 21h30 - Casa das Artes de Famalicão - V.N. Famalicão 
- 23 de novembro: 21h30 - Teatro Virgínia -Torres Novas 

MUDA (DANÇA) 
MUDA é um espetáculo que cruza diferentes metodologias e linguagens nas áreas do Circo Contemporâneo e da Dança, partindo do corpo acrobático e das suas técnicas. Esta peça é a nova criação de Clara Andermatt. MUDA é uma reflexão sobre a natureza multifacetada da condição humana, e explora o trabalho performativo em correlação com a estética do cinema-mudo. O humor entrelaça-se com a tragédia, a fantasia com a realidade, e a violência com o amor. A muda extensão das coisas revela um mundo complexo que nos desafia, como equilibristas no fio da navalha, a transcender os paradoxos da humanidade e a encontrar o ponto de convergência que nos leva à descoberta da beleza.  
Datas:
23, 24 e 25 de maio, Festival Imaginarius (Santa Maria da Feira)  
19 de julho, Teatro Garcia de Resende (Évora)  
7 de setembro, Festival Cupula (Arcozelo) 
13 e 14 de setembro, Festival Todos (Lisboa)  
9 de novembro, Cineteatro de Estarreja 
23 de novembro, Cineteatro Curvo Semedo (Montemor-o-Novo)  
14 de dezembro, Teatro Joaquim Benite (Almada)  

2025 
28 de fevereiro, Teatro Virgínia (Torres Novas)  

TAKE 
Take é a nova criação dos coreógrafos São Castro e António M Cabrita para a Companhia Instável. Nesta peça coreográfica, o som foi pensado num contexto cinematográfico, como ferramenta narrativa, evocando histórias, reforçando contextos e ativando perspetivas de observação. O design do som, como tecnicamente é definido no cinema, é o elemento condutor da relação dos corpos entre si e o espaço cénico, estabelecendo uma atmosfera dramatúrgica, sustentada por um enredo coreográfico.A estrutura coreográfica composta por "takes", definindo-se como molduras do instante, combinam realidade e ficção, estendendo o espaço físico em que a ação e o som ocorrem, criando diálogos entre o que se ouve e o que se vê – ou não se vê. A luz, como uma lente de uma câmara, destaca o enquadramento pretendido e ideal para a leitura da cena, criando juntamente com o som, uma matriz de perceção imersiva, aproximando o público da ação. O som possui uma história em si e o corpo procura incessantemente por uma história. 
Sinopse:
Quando pensamos em som, a primeira imagem é a de ondas invisíveis que viajam pelo ar, captadas pelos nossos ouvidos e interpretadas pelos nossos cérebros. Mas para além da sua dimensão auditiva, o som tem peso, movimento e força. Uma força física que ultrapassa a própria audição e atua no corpo, que recebe e reage às suas vibrações, presença tangível no espaço que nos rodeia. 
Datas: 

30 novembro, Teatro Municipal da Covilhã

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