Aprovada alternativa a fecho do Metro Lisboa até Santa Apolónia

    Plano de mobilidade para a interrupção temporária, prevê rede de alternativas complementares, mas não um shuttle específico para aquele troço.

    O plano de mobilidade para a interrupção temporária do Metropolitano de Lisboa entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia foi aprovado esta quarta-feira pelo executivo camarário, prevendo uma “rede de alternativas complementares”, mas não um ‘shuttle’ específico para aquele troço.

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    Estação de Santa Apolónia, Lisboa MIGUEL A.LOPES/LUSA

    Proposta da Câmara Municipal de Lisboa

    A proposta da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para as soluções de mobilidade a aplicar durante o encerramento temporário daquele troço do Metropolitano (Metro) – ainda sem data conhecida - devido às obras do Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL) foi hoje discutida e aprovada em reunião privada do executivo camarário, nos Paços do Concelho.

    Rede de alternativas

    O plano, a que a Lusa teve acesso, prevê “uma rede de alternativas complementares e não apenas a replicação do troço de Metro através de um único ‘shuttle’, por se considerar mais restritivo para o utente”, com a Carris a assegurar capacidade adicional de superfície e ligações diretas a Cais do Sodré e Restauradores.

    Já o Metro vai manter a Linha Azul operacional até à estação Terreiro do Paço “e absorve a procura redistribuída por diferentes interfaces”, enquanto a CP mantém Santa Apolónia em funcionamento, “promovendo Oriente, Braço de Prata e a Linha de Cintura como portas alternativas de acesso à rede de Metro”.

    “O desempenho do plano depende de três condições críticas: garantia de circulação rodoviária para os reforços Carris, informação multimodal simples e coerente e monitorização intensiva nas primeiras duas semanas para adaptação da oferta à procura real”, lê-se no documento.