Da imprensa internacional à reação política: adeus de Ronaldo não deixa ninguém indiferente

    Avançado português anunciou o adeus à seleção nacional de futebol num vídeo em que recordou os 23 anos de carreira na equipa das quinas.

    Resumo IA

    • Cristiano Ronaldo anunciou a sua saída da seleção nacional após 23 anos e 234 jogos.

    • O jogador marcou 146 golos e recebeu elogios de figuras políticas e do desporto.

    • A Federação Portuguesa de Futebol planeia uma homenagem a Ronaldo no futuro.

    Resumo feito por IA e revisto pela redação da SmoothFM

    Cá dentro e lá fora, o adeus de Cristiano Ronaldo não deixa ninguém indiferente no mundo do futebol e não só.

    Na imprensa internacional, o jornal italiano “La Gazzeta dello Sport” fala de um “fim de uma era”, ao passado que em Espanha, o “El Mundo Deportivo” refere-se a este anúncio como uma “bomba”.

    CR7 deixa a equipa das quinas, onde na seleção A fez 234 jogos e 146 golos, durante 23 anos.
     

    A estreia aconteceu em 2003, num jogo amigável frente ao Cazaquistão, na altura jogado em Chaves.
     

    As reações à saída da equipa das quinas também se fazem sentir na política nacional, com o Presidente da República, António José Seguro a agradecer a forma como o jogador “levou Portugal pelo mundo”.
     

    No governo, o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro afirma que o que Ronaldo fez dentro das quatro linhas “irá ecoar para a eternidade”.

    No campo, o clube onde Ronaldo se formou, o Sporting publicou uma mensagem de agradecimento nas redes sociais, bem como o Manchester United, onde o avançado português jogou de 2003 a 2009, tendo regressado entre 2021 e 2023. 

    Agradecimento que se estende à Federação Portuguesa de Futebol, responsável pela seleção nacional, que fala numa futura homenagem a Cristiano Ronaldo.

    O presidente da FPF, Pedro Proença, em declarações ao canal11 agradeceu o que o avançado português "fez pelo futebol português" e falou no "melhor jogador português de todos os tempos".
     

    Da seleção, o antigo companheiro e antigo defesa central, Pepe escreve que “foi mais do que futebol”.