Época balnear termina com 31 mortes nas praias portuguesas
Autoridade Marítima Nacional adianta que 17 pessoas morreram afogadas, 12 sofreram doença súbita e há duas casos cujas causas da morte são desconhecidas.
Trinta e uma pessoas morreram nas praias portuguesas durante a época balnear deste ano, que terminou oficialmente no domingo, revelou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) em comunicado.
"Mais de seis meses decorridos da época balnear 2026, a Autoridade Marítima Nacional registou, entre 01 de maio e 31 de outubro, 1.479 salvamentos, 2.782 ações de primeiros-socorros e 31 vítimas mortais nas praias portuguesas", revelou a AMN.
De acordo com a Autoridade Marítima Nacional, entre as mortes contam-se 17 afogamentos, 12 por doença súbita e dois por causa desconhecida.
Onze das mortes ocorreram em praias marítimas vigiadas, outras 11 em praias marítimas não vigiadas, seis em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) e três em outras zonas marítimas não vigiadas.
Naqueles seis meses, a Autoridade Marítima Nacional contabilizou ainda 1.479 salvamentos realizados e 2.782 ações de primeiros socorros.
A época balnear de cada ano é definida em portaria, publicada em Diário da República, que identifica as águas balneares e a definição da respetiva época. Dentro deste período mais abrangente, os municípios decidem a sua época.
Em 2026, a época balnear decorreu oficialmente entre 15 de abril e 31 de outubro.
