Fim dos sacos de plástico ultraleves só em 2023
Nova lei é hoje votada, mas a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição pede tempo para se adaptar.
O fim dos sacos de plástico ultraleves, usados para transportar pão, frutas ou legumes, será uma realidade ainda distante.
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) saúda a nova lei que será hoje votada no parlamento, mas adianta que só se sentirão os efeitos em 2023.
A medida diz que os estabelecimentos comerciais ficam impedidos de dar sacos de plástico ultraleves ou cuvetes para embalar as compras.
O diretor da APED, Gonçalo Lobo Xavier, considera essencial o período de transição que apenas termina dentro de 4 anos.
A APED que rejeita o fim do plástico a cem por cento e prefere apostar na educação da população.
Gonçalo Lobo Xavier pede uma política que torne os hábitos de uso do plástico mais eficientes.
A lei será discutida durante a maratona de votações que decorre ao longo desta sexta-feira no parlamento.
Hoje é o último dia de plenário na Assembleia da República até às eleições de outubro.
