Lisboa fecha espaços florestais devido a risco de incêndio

    O encerramento destes espaços acontece entre esta sexta-feira e as 23h59 de segunda-feira.

    Vários espaços verdes da cidade de Lisboa, vão estar encerrados entre esta sexta-feira e segunda-feira, na sequência da declaração de situação de alerta devido ao risco de incêndio, informou a Câmara Municipal de Lisboa (CML).

    A proibição de acesso e circulação nestes espaços vigora até às 23h59 de dia 6 de julho, segunda-feira, conforme determinado pelo Governo.

    Estão fechados:

    - Parque Florestal de Monsanto

    - Tapada da Ajuda

    - Tapada das Necessidades

    - Parque da Bela Vista

    - Quinta das Conchas e Lilases

    - Parque do Vale Fundão

    - Parque José Gomes Ferreira

    - Parque Central de Chelas

    - Encosta da Calçada de Carriche

    - Parque do Vale do Silêncio

    -  Parque da Mata da Madre de Deus

    -  Parque dos Moinhos de Santana

    -  Parque Silva Porto

    Todos os meios da CML (Polícia Municipal, Regimento Sapadores de Bombeiros de Lisboa e corpos de Bombeiros Voluntários da cidade) estão reforçados e em prontidão para atuar na prevenção, em operações de vigilância, fiscalização e patrulhamento, bem como para responder a eventuais ocorrências.

    Perante o aviso vermelho do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de temperaturas elevadas, incluindo no período noturno, três estações do Metropolitano de Lisboa, nomeadamente Rossio, Oriente e Santa Apolónia, estão abertas durante toda a madrugada para acolher a população em situação de sem-abrigo.

    Esta medida, de acordo com a CML, junta-se ao reforço da vigilância e acompanhamento da população mais vulnerável, através da resposta coordenada pelo Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo (NPISA), bem como do projeto Radar Lisboa, dirigido ao apoio a idosos.

    Além disso, a CML preparou o Pavilhão Casal Vistoso, no Areeiro, e o Pavilhão Manuel Castelo Branco, em São Vicente, que poderão vir a funcionar como abrigos temporários para a população mais vulnerável face à onda de calor, “em caso de extrema necessidade”.

    A operacionalização destes dois pavilhões está a ser feita em estreita articulação com as entidades responsáveis, designadamente com a Direção-Geral da Saúde.

    A este propósito, o município de Lisboa apelou à população para que adote medidas preventivas face às temperaturas elevadas.