Patrões falham reunião de hoje da concertação social sobre reforma da lei do trabalho
Presidente da República também anunciou encontro em breve com patrões e sindicatos.
As confederações patronais não vão participar hoje na reunião com a ministra do Trabalho e a UGT sobre as alterações à lei laboral, após a central sindical ter chumbado a proposta escrita entregue pelo executivo em finais de março.
Segundo avançou à agência Lusa fonte oficial ligada às confederações patronais -- Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e Confederação do Turismo de Portugal (CTP) -, estas "não estarão presentes na reunião desta tarde".
De acordo com a fonte - que confirma assim a informação avançada hoje pelo jornal Observador - os patrões "aguardam, conforme o comunicado enviado ontem [domingo], que sejam agendadas reuniões com o Presidente da República", António José Seguro.
Num comunicado divulgado no domingo, as confederações patronais que integram a Comissão Permanente de Concertação Social manifestaram "profundo desapontamento" com a decisão do Secretariado Nacional da UGT, que, na quinta-feira, rejeitou por unanimidade a proposta de revisão da legislação laboral.
Sustentando que a rejeição incidiu sobre um documento que "não correspondia à versão mais recente", as confederações consideram que "a UGT ignorou deliberadamente os avanços consensualizados e pretendeu reabrir à discussão pontos que já se encontravam fechados".
Segundo avançou à agência Lusa fonte oficial ligada às confederações patronais -- Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e Confederação do Turismo de Portugal (CTP) -, estas "não estarão presentes na reunião desta tarde".
De acordo com a fonte - que confirma assim a informação avançada hoje pelo jornal Observador - os patrões "aguardam, conforme o comunicado enviado ontem [domingo], que sejam agendadas reuniões com o Presidente da República", António José Seguro.
Num comunicado divulgado no domingo, as confederações patronais que integram a Comissão Permanente de Concertação Social manifestaram "profundo desapontamento" com a decisão do Secretariado Nacional da UGT, que, na quinta-feira, rejeitou por unanimidade a proposta de revisão da legislação laboral.
Sustentando que a rejeição incidiu sobre um documento que "não correspondia à versão mais recente", as confederações consideram que "a UGT ignorou deliberadamente os avanços consensualizados e pretendeu reabrir à discussão pontos que já se encontravam fechados".
