Primeiro-ministro considera que greve geral "não faz sentido" e tem motivações políticas
Luís Montenegro falou na abertura do debate quinzenal no parlamento, esta sexta-feira.
O primeiro-ministro defendeu hoje que a greve geral “não faz sentido” do ponto de vista dos trabalhadores, considerando que tem motivações políticas e que a alteração da legislação laboral é apenas “um pretexto”.
Luís Montenegro falava na abertura do debate quinzenal no parlamento, questionado pelo líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, que lhe perguntou se fazia sentido que o executivo PSD/CDS-PP enfrentasse uma greve geral antes de completar dois anos em funções, quando os governo do PS não tiveram nenhuma em oito anos.
