Proibição de venda de livros criticada pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros

    Pedro Sobral, vice-presidente da APEL, estima que 80% da população portuguesa não consiga ter acesso a livros durante este confinamento.

    Oitenta por cento da população portuguesa fica privada da compra de livros devido às medidas do estado de emergência em vigor.

    As livrarias estão proibidas de vender ao postigo e os super e hipermercados não podem também vender obras literárias.

    Pedro sobral, vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, adianta que o comércio online de livros só representa 8% do setor por esta altura.

     

     

    A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros que teme que as medidas em vigor levem a falências de editoras.

    Para já a perspetiva passa pela falta de trabalho para milhares de profissionais.

     

     

    Pedro Sobral lamenta que as editoras e livreiros não tenham sido ouvidas pelo Governo sobre as decisões tomadas.

     

     

    Hoje, a Federação Europeia de Livros enviou uma carta ao Governo português a pedir que permita a venda de livros apesar do confinamento em vigor.