Trabalhadores da Cruz Vermelha em greve por aumentos salariais

    Os funcionários exigem ainda a assinatura de um Acordo de Empresa sem perda de direitos.

    Os trabalhadores do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, estão hoje em greve para exigir aumentos salariais e a assinatura de um Acordo de Empresa sem perda de direitos. 

    Os funcionários realizam uma concentração à porta da instituição, em que estará presente o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos.  

    As reivindicações passam também pelas 35 horas de trabalho semanal para todos os trabalhadores, sem discriminação, e pela integração no Acordo de Empresa de todos os que prestam serviço no hospital, independentemente do vínculo contratual, de acordo com a informação divulgada pela central sindical. 

    Os sindicatos afirmam que a administração do hospital denunciou em 2016 o Acordo de Empresa, assumindo desta forma uma rutura com a convenção assinada entre as partes. 

    Os trabalhadores pretendem agora prosseguir e finalizar negociações sobre a matéria em causa, depois de um período de impasse. 

    A greve foi convocada pelo Sindicato dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos, pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e pelo Sindicato da Hotelaria do Sul.