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08 julho 2024
14:46
Redação / Agência Lusa

Está a caminho a ciclovia entre Braço de Prata e Parque das Nações

Está a caminho a ciclovia entre Braço de Prata e Parque das Nações
CCapela
A obra de um dos troços da nova ciclovia na zona ribeirinha de Lisboa deve estar concluída em setembro.

A obra de construção de um dos troços da nova ciclovia na zona ribeirinha de Lisboa, entre Braço de Prata e Parque das Nações, arrancou esta segunda-feira e prevê-se a conclusão em setembro, anunciou a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL).

Com uma extensão superior a um quilómetro, o novo troço de ciclovia vai ligar as já existentes do Parque Urbano do Oriente e da Alameda dos Oceanos, indicou a EMEL.

A intervenção está enquadrada no projeto de ciclovia da frente ribeirinha, que pretende disponibilizar "uma ligação ciclável contínua" entre Algés, no concelho vizinho de Oeiras, e a ponte ciclopedonal no rio Trancão, no Parque Tejo, que liga Lisboa a Loures.

A ponte ciclopedonal foi construída pela EMEL, num investimento de 4,2 milhões de euros, no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento que ocorreu em agosto de 2023 em Lisboa, inclusive no Parque Tejo, zona que resultou da transformação de uma lixeira, o aterro sanitário de Beirolas, num novo parque verde na capital.

Quase um ano depois da JMJ, a EMEL deu início à construção de um dos troços da ciclovia ribeirinha, entre Braço de Prata e Parque das Nações, referindo que a obra tem uma duração prevista de dois meses.

Em comunicado, a empresa municipal de Lisboa sublinhou que está empenhada em ampliar a rede de ciclovias e "continua a apostar na melhoria das suas condições de utilização para que a bicicleta possa cada vez mais ser um meio de transporte na cidade".

Citado na nota, o presidente da EMEL, Carlos Silva, reforçou que o início da construção deste troço de ligação de ciclovias faz parte de uma estratégia para o alargamento da rede ciclável e, em simultâneo, a manutenção da rede existente, "melhorando substancialmente a segurança e as acessibilidades, permitindo que o uso de meios suaves de mobilidade se possam consolidar como um modo de transporte na cidade".

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